Um grupo de estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) usou as redes sociais para denunciar que foi deixado em Goiânia após o 60º Congresso da União Nacional dos Estudantes (CONUNE), realizado na Universidade Federal de Goiás (UFG), com a presença do presidente Lula (PT). O episódio ganhou repercussão após os alunos acusarem o Diretório Central dos Estudantes (DCE) de tê-los “abandonado” sem transporte de volta.
Segundo os próprios relatos, os estudantes não estavam na lista oficial de ida organizada pelo DCE. Ainda assim, cobraram da entidade o embarque no retorno, mesmo sem terem feito parte da logística formal do grupo. Mesmo com lugares vagos no ônibus, o DCE optou por seguir a lista previamente organizada, como é de praxe em viagens desse tipo.
“Fui largada em Goiânia sem ter como voltar pra casa. Tinha lugar no ônibus, mas simplesmente ignoraram a gente”, disse uma das estudantes em vídeo que repercutiu nas redes.
A gravação viralizou, mas também levantou questionamentos. Nas redes sociais, muitos usuários criticaram a tentativa dos alunos de se vitimizarem politicamente. Para vários internautas, o episódio seria mais um exemplo do uso constante da narrativa de opressão por parte de militantes que ignoram regras básicas de organização.
Em nota, os próprios estudantes assumiram que não estavam entre os participantes previstos inicialmente, mas disseram que a decisão do DCE representou “retaliação política” por divergências internas. A acusação, no entanto, não se sustenta diante do fato de que a lista foi respeitada.
O caso gerou debates sobre o papel das entidades estudantis, mas também sobre o comportamento de certos grupos que, mesmo diante de erros próprios, preferem transformar situações administrativas em palco ideológico.
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