O caso teve início no último domingo (10), quando o homem levou a filha para a mãe alegando que a bebê havia se engasgado durante a amamentação. Nayara contou, em entrevista ao Portal 6, que estava trabalhando como diarista em um estabelecimento na Vila Jaiara quando o ex-companheiro chegou desesperado, com a criança já roxa nos braços.
A Polícia Militar foi acionada e tentou manobras de reanimação. A bebê foi levada à UPA Pediátrica e, devido à gravidade do quadro, transferida para a Santa Casa de Misericórdia e, posteriormente, para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia.
No primeiro momento, o suspeito sustentou a versão de que o problema havia sido apenas um engasgo. Ele alegou que as marcas no corpo da bebê teriam sido provocadas pelos procedimentos de primeiros socorros.
No entanto, de acordo com Nayara, a Polícia Civil informou que as lesões não eram compatíveis com um engasgo. “A polícia veio me falar que as lesões não tinham relação com engasgo, que a minha bebê estava com a cabecinha toda quebrada, com o cérebro inchado, perdendo muito sangue”, disse a mãe, emocionada.
A prisão do pai ocorreu nesta segunda-feira (11), após a equipe médica relatar a gravidade das lesões à Polícia Civil. O caso segue sob investigação.
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