O preço da carne continua em alta nos açougues e supermercados, e a preocupação com furtos já fez muitos comerciantes adotarem medidas para evitar prejuízos.
Diante do aumento nos furtos, alguns estabelecimentos começaram a instalar sensores de segurança nos cortes mais caros.
Nas últimas semanas, consumidores relataram que os preços de cortes tradicionais, como picanha, filé mignon e alcatra, subiram de forma significativa.
Em algumas regiões, o quilo da carne bovina já ultrapassa os R$ 70, impactando diretamente o bolso da população.
A alta no preço da carne tem preocupado não apenas os consumidores, mas também os donos de açougues e supermercados.
Com o aumento dos furtos, a instalação de dispositivos de segurança tem sido uma alternativa para minimizar perdas.
“Infelizmente, estamos vendo um aumento no número de pessoas tentando furtar carne. Alguns clientes até tentam esconder peças dentro de bolsas ou roupas. Tivemos que reforçar a segurança e instalar sensores nos cortes mais caros”, explicou um gerente de supermercado.
A medida, que antes era comum apenas em itens eletrônicos e bebidas alcoólicas de alto valor, agora tem sido adotada em peças de carne premium.
O aumento nos preços tem levado muitas famílias a reduzir o consumo de carne bovina e buscar alternativas mais baratas, como frango e suínos.
Especialistas apontam que o preço da carne pode continuar alto nos próximos meses devido ao custo de produção, alimentação do gado e variações do mercado internacional.
Além disso, a demanda externa também influencia o preço no Brasil, já que uma parcela significativa da produção é exportada.
Afinal, enquanto o cenário não melhora, comerciantes seguem em alerta e consumidores buscam formas de equilibrar o orçamento sem abrir mão do consumo de carne no dia a dia.
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