O Brasil perdeu nesta sexta-feira (8) um de seus maiores nomes da música popular. Morreu aos 66 anos, no Rio de Janeiro, o cantor e compositor Arlindo Cruz, ícone do samba e referência para gerações de artistas.
Arlindo Cruz estava internado desde maio deste ano por conta de complicações respiratórias. Em 2017, o artista sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico, que o deixou com sequelas e afastado dos palcos desde então. Ao longo dos últimos anos, sua saúde exigia cuidados constantes, e ele chegou a ser hospitalizado diversas vezes.
A confirmação da morte foi feita pela esposa, Babi Cruz, nas redes sociais. Familiares, amigos e fãs de todo o país já prestam homenagens ao sambista, que deixa um legado de mais de 40 anos dedicados à música e à cultura brasileira.
Entre os sucessos eternizados por Arlindo estão canções como “Meu Lugar”, “O Show Tem Que Continuar”, “O Que É o Amor” e “Ainda É Tempo Pra Ser Feliz”. Ele também fez parte do grupo Fundo de Quintal e assinou composições para grandes intérpretes do samba.
Compositor sensível, músico virtuoso e figura querida por colegas e admiradores, Arlindo Cruz foi uma das vozes mais potentes do gênero no país. Sua contribuição para o samba é incalculável, tanto pela quantidade quanto pela qualidade das obras que deixou.
A família ainda não divulgou detalhes sobre o velório e sepultamento, mas já se sabe que o corpo será velado no Rio de Janeiro, onde o cantor nasceu e viveu a maior parte da vida.
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